28 de março de 2015

Cinco destinos para a Semana Santa na Bahia

Vamos colocar o pé na estrada? Pois é, na próxima semana já é Semana Santa, aquele feriado que tanto desejamos pra dar uma recarregada nas baterias e retomar o ano. E pra quem mora em Feira de Santana, Bahia, um gás a mais: vem aí a Micareta! O carnaval fora de época acontece entre 23 e 26 de abril, com mais uma folguinha e um motivo a mais pra quem quer ficar longe da folia. Então, vamos escolher um destino aqui na Bahia?
Mangue Seco
A vilazinha escondida entre o Rio Real e as dunas é uma ótima opção pra quem não quer badalação e prefere fugir da agonia da vida. Aproveite pra caminhar muito, comer deliciosas comidas e petiscos nas barracas, nadar nas águas mornas do rio e fazer um passeio de bugre. Quer saber mais, veja os posts sobre minha visita à vila e com dicas sobre Mangue Seco.
Panorama da vila, rio e mar.
Beira rio com forte ao fundo. 
Morro de São Paulo
A badalada ilha sempre fica cheia em feriados, mas é uma ótima opção pra quem está a fim de curtir uma praia de dia, baladas à noite e paquerar! Com uma grande opção de pousadas e locais de hospedagem, além de bons restaurantes, Morro é um ótimo destino pra apreciar a paisagem natural, fazer belas fotos e ver um pôr do sol espetacular das muralhas da antiga fortaleza. Quer saber mais? Vai lá no post onde conto minhas impressões sobre o lugar.
Panorama das muralhas da antiga fortaleza de Morro de São Paulo.
Vista da tiroleza, da Primeira e da Segunda praia.
Boipeba
Quer outra ilha? Que tal Boipeba? O lugar é super tranquilo [nem celular pega direito] e a natureza predomina. Deleite-se na hospitalidade dos moradores e nas deliciosas comidas que os poucos restaurantes, lanchonetes e barraquinhas oferecem. Não deixe de comer a Siririca da Dani, fazer o passeio de trator até Moreré e aproveitar as piscinas naturais na maré baixa. Passa nos posts: relax em Boipebade volta ao paraíso e ainda não é fim.
Praia de Moreré com maré baixa.
Pôr do sol na praia da Boca da Barra.
Arembepe
O município de Aremebepe, agitado durante feriados e fins de semana, é ideal para alternar entre o tranquilo e o agito em um mesmo lugar. A praia costumar estar cheia, mas é possível curtir a delícia da praia devido ao grande quebra mar que deixa as águas como uma piscina. O lugar guarda os segredos da Aldeia Hippie e as belezas do Projeto Tamar. Pra conhecer veja o post a mística Arembepe.
Praia de Arembepe.
Uma das casas na Aldeia Hippie.
Barra do Jacuípe
De um lado o Rio Jacuípe, do outro uma vilazinha bem arrumada, e tudo isso é fechado com o mar. Aproveite pra curtir o rio, a praia e os barezinhos bem animados na areia. Não esqueça de tomar um delicioso caldo de cana, sentar e relaxar, deixando o dia ir cheio de preguiça... Mais no post lindo recanto.
Igreja matriz em Jacuípe.
Rio Jacuípe e, ao longe, o mar.
Então, deixa a maresia de lado e coloca o pé na estrada!



20 de março de 2015

Mangue Seco, BA: como Chegar, Hospedar-se, Comer e Aproveitar!

Depois de passar 48h em um lugar delicioso na boa companhia de meu Love [veja o post Sendo Tieta em Mangue Seco, BA], achei fundamental escrever esse post pra contar alguns detalhes e dicas do making off de Mangue Seco, pois tenho certeza de que se tivesse mais atenta a informações importantes para o local enquanto planejava minha viagem, não tinha sofrido tanto pra chegar lá. Vamos à viagem?
Ah, que paisagem... Vista do Rio Real e da ilhota em frente ao forte em Mangue Seco. 
Como Chegar?
Saímos de Salvador, Bahia, pela BA-099, mais conhecida como Estrada do Coco em direção à Mangue Seco, localizado no município de Jandaíra. Percorrimos 250 km na rodovia até encontrar a entrada para o povoado de Costa Azul. Bom, até aí tranquilo: a BA-099 é uma estrada boa, asfalto, uma linda paisagem... mas, logo que entramos na estrada pra o povoado, as coisas ficaram um pouco complicadas. Da entrada da rodovia até Costa Azul são, em média, 15 km de estrada de terra vermelha! Poderia ser pior, mas havia chovido a poucas horas e a terra estava molhada evitando a poeira, entretanto o carro tremia por completo [o vídeo mais abaixo, mostra um trecho da estrada em que passamos].
Paramos para fazer esta foto logo depois de Costa Azul, no começo da estrada para Coqueiros que dá acesso à Mangue Seco. A foto desse manancial foi mais que merecida: o lugar era bonito. Detalhe: olha o carro em que fomos! Pra fazer essa estrada de terra, nada melhor que um carro mais potente, mas como nós não sabíamos... tá aí a surpresa e a aventura da viagem. 
Se for procurar placa nessa estrada, esqueça: elas não existem! Na verdade, nem na BA-099 encontramos placas indicando a direção de Mangue Seco; chegamos até a entrada de Costa Azul porque paramos pra perguntar no meio do caminho como o chegaríamos ao destino final. Demos uma paradinha pra se refazer em Costa Azul e tirar uma fotos [sempre turistas!].
O povoado de Costa Azul é bem pequenininho; só tem duas ruas e alguns caminhos, todos cobertos de areia branca e vermelha. Na foto, a praia [sup. esq.], por onde antigamente, era possível seguir de 4x4 até Mangue Seco [o caminho é lindo!] e a rua principal do povoado [inf. dir.] com a praia no fundo da rua, o mesmo lugar da foto acima.
Depois que chegamos a Costa Azul, tivemos que seguir mais 30 km em outra estrada de terra vermelha até o povoado de Coqueiros. Placa? Só umas 4 feitas pela agência de bugre do povoado; as oficiais tampouco existem. A parte boa disso foi que a natureza nos presenteou com paisagens maravilhosas e belos animais.
A paisagem do caminho é muito bonita e diversa. Apesar de a estrada ser ruim [sup. dir.], vale a pena fazer umas paradas e tirar umas fotos.
Parece que os animais pousavam diante de nossas lentes para que fizéssemos fotos interessantes. A mais linda é esse coruja, que ficou ali, quietinha, pra ser fotografada.
Chegando em Coqueiros, fomos recebidos por uma simpática jovem chamada Laura, que nos explicou como chegaríamos: deixaríamos o carro no povoado e seguiríamos de bugre até Mangue Seco pagando R$ 120,00 para ir e voltar. O valor pago é pelo carro, então com mais pessoas [4 é a lotação máxima] fica mais barato. Depois de 20 minutos em uma viagem com um pouquinho de emoção chegamos à vila. Veja só o vídeo com o caminho que passamos:

Bom, tenho que explicar que há outra estrada mais fácil pra chegar, mas nós não pesquisamos antes os detalhes [por favor, nunca façam isso!] e achamos que a rodovia fosse bem sinalizada, a fim de evitar qualquer transtorno, mas não foi isso que aconteceu. Paramos para perguntar se havia outro caminho para Mangue Seco e, todas as pessoas que perguntamos [pelo menos 3 pelo caminho], disseram que Costa Azul era a única forma. Bem, não é; no site Bahia > Cidades, do Governo do Estado, há a descrição do melhor caminho. Enfim, ainda bem que chegamos. 
Onde Hospedar-se?
Mangue Seco não é grande: dá pra andar tudo a pé e descalços [achei melhor, pois tudo é areia fininha, branca e limpa], por isso não reservei pousada. Enquanto vinha no bugre, perguntei ao motorista algumas indicações de lugar pra ficar, e ele disse que as pousadas, em alta estação, variam entre R$ 120,00 e R$ 220,00 pra um casal. Como queria ficar apenas uma noite, busquei a mais econômica e achei a Pousada Algas Marinhas.
Frente da pousada, onde fica a área do café, que dá de cara ao rio [sup. esq.]; eu com a cara de surpresa, quando acordei e vi a beleza do rio e, mais uma vez pensei: "obrigado meu Deus, pois vou tomar café contemplando esta beleza!" [sup. dir.]; o quarto onde ficamos e a rede pra ter um descanso maravilhoso [inf. centro]. 
Fui bem recebida pelo gerente Fábio e acabei ficando. Paguei R$ 120,00 em um quarto com uma cama de casal e outra solteiro, TV, frigobar, ar condicionado, banheiro, uma decoração modesta mas aconchegante e rede na varanda [oOOoO delícia!]. Tomei um café da manhã incrível [tinha muita coisa!] contemplando o dia se levantar diante do Rio Real. Se quiser pagar um pouco mais, há outras opções, mas esta nos atendeu muito bem.
Onde Comer?
Para comer durante o dia acredito que as melhores opções são as barracas de praia, que oferecem uma estrutura aconchegante para o visitante: bom atendimento em pequenas tendas equipadas com  mesas, cadeiras e redes [Uou! olha ela mais uma vez!]. Nelas são servidas muquecas, carne de sol com aipim, petiscos como batata ou aimpim frito, ou ainda o famoso caranguejo, pra comer batendo com um porretinho e tirando a carne. Um prêmio pra quem consegue e tem paciência!
Quando fomos à praia, escolhi a Barraca da Inês, pois para nós foi a que tinha o melhor preço. O atendimento foi maravilhoso e pudemos aproveitar muito. Eu, como já não gosto de um lugar pra relaxar, nem quis saber de mar. A rede e a cadeira de madeira foram meus lugares favoritos! 
Para jantar à noite, há pequenos restaurantes pela vila [na época que fui havia apenas 3 abertos]. Escolhi um com a vista para o Rio Real, que é lindo à noite e, de longe, dá pra ver a ponte que liga Bahia a Sergipe toda iluminada. Escolhi uma muqueca de um peixe da região [hum... não lembro o nome], acompanhada com pirão de farinha, arroz e tomate com cebola. Comida boa, um ar fresquinho e uma linda vista, combinação perfeita pra ficar ali e aproveitar a delícia do lugar!
Jantamos no Restaurante Sabor Caseiro de D. Julia [esse das cadeiras vermelhas]. O atendimento foi muito carinhoso e a comida uma delícia! A vista fica para o Rio Real e, à noite, nem dá vontade de voltar pra pousada.
Onde Comprar?
Se é a primeira vez que vai à Mangue Seco, vale a pena levar uma lembrancinha pra casa, não é? Uma coisa super boa é que lá tem shopping! [hehehe...] Pois é, você tem a opção de escolher o Shopping de Mangue Seco [são 2 unidades] ou as lojinhas localizadas logo na entrada do povoado. Na praça principal também tem um poço de delícias: uma senhora faz doces cristalizados e em compota que são maravilhosos! Em todos eles são usados frutas da região, como manga e mangaba. Mercado também tem, pra suprir as necessidades básicas. Não vi farmácia, mas acredito que, em algum lugar, deve ter.
Não falei que tinha shopping?! Este fica na praça principal.
O que Fazer?
Em Mangue Seco a principal diversão é explorar o lugar. Nós andamos muito! Gostamos de andar e resolvemos conhecer bem o lugar. Andamos pela vila, pelas dunas a pé [veja o vídeo aqui], pela margem do rio, pela praia e aproveitamos a tranquilidade da noite. Não dá pra se perder [guie-se sempre pelo Farol quando estiver nas dunas ou na praia] e não é perigoso. Outra opção é verificar o passeio de bugre e, acredito que também exista um passeio de barco. Tudo vai de gosto, mas lembre-se: o povoado não é um lugar badalado e conserva a simplicidade em sua essência, então vá disposto a relaxar e esquecer a correria da vida moderna.
Fui pra lá pra ficar assim, deitada, depois de andar bastante pra conhecer os pedacinho de lá!
Amores, aproveitem as dicas e vão à Mangue Seco. Se quiser mais algum conselho, comenta aí, ok?

18 de março de 2015

Sendo Tieta em Mangue Seco, BA

Olá Lindas!

Meu Verão já acabou, pois chegou a hora de voltar pra casa depois de alguns meses de férias junto ao Love, mas pra fecha-lo tinha que fazer em grande estilo, então escolhi como destino Mangue Seco e fui com o Gato viver uma grande aventura.
Panorama da vila, escondidinha na vegetação, rio e mar.
Um pouco de história: o lugar ganhou fama nos anos 80 quando virou cenário da novela Tieta, baseada num romance de Jorge Amado. A novela foi exibida pela Globo e, desde então, não para de receber turistas. Mesmo com a evolução, Mangue Seco guarda o charme de uma vilazinha quase perdida no meio das areias.
1. Praça principal de Mangue Seco onde fica um dos shoppings [há dois na vila], a igreja, algumas casas, pousadas, restaurante e uma casa que vende doces que é uma delícia. 2. Igreja da cidade. 3. Shopping da praça principal. 4. Orla do Rio Real e bares/restaurantes. Se você reparar bem, em Mangue Seco não há asfalto nem pedras no chão; todo ele é coberto de areia bem branquinha derivado das dunas. Eu andava o tempo todo descalço. 
Primeiro Dia
Fiquei poucas horas no lugar [apenas 48h], mas foi tempo suficiente pra aproveitar tudo o que ele oferece. Depois de deixar a mala na pousada, fui caminhando para a praia, pois logo na frente da vila há o Rio Real. Levei mais ou menos 30 minutos até lá, passando pela praça principal, farol, mangue [literalmente seco] com terra muito firme e um pedacinho das dunas.
1. Do lado da igreja fica o caminho para a praia, uma pequena ladeira, passando entre essa cerca de troncos de coqueiro. 2. Depois da ladeirinha subindo, descemos outra ao lado do farol e chegamos ao rio. 3. Paradinha rápida pra foto na canoa. [hehehe... gosto de fotos assim!] 
1. Caminho para praia no meio do mangue. Percebam que é bem seco e mesclado com a areia; dá pra caminhar super bem. 2. Eu, caminhando... tentando ser diva [kkkkkkk].
Ao chegar na praia, nos deparamos com um mar bem agitado de águas frescas, mas na beiradinha dá pra aproveitar bem. Ah, a cor da água é diferente, meio barrenta, mas é por causa da mistura com as águas do rio.
De dentro das dunas, só pra ter ideia de como é a praia. Há uma faixa larga de terra e ondas fortes, mesmo com maré baixa. Atrás, as dunas.
Mas o encanto da praia são as barracas equipadas com pequenas tendas, cadeiras, mesas, banheiro [coisa rara em Salvador, Bahia] e a deliciosa rede. As mesmas oferecem comida e bebida a bom preço.
Depois de andar um pouquinho até a praia, vemos logo as barracas. Pra quem não quer ir andando, os bugres são uma boa opção.
As barracas estão concentradas em uma pequena faixa de praia e ficam uma ao lado da outra. De modo geral, todas oferecem a mesma estrutura com essas tendas cobertas com palha e os acessórios básicos para curtir um dia na praia.
E eu que não resisto a uma rede... OooO delícia!

Depois da praia segui para o Rio Real. O ponto alto de observação é no pé do farol, onde há um morro de areia e uma ladeira que te leva diretamente à margem do rio. O lugar é ideal pra fazer o skibunda [descer as dunas escorregando com o bumbum na areia].
Essa construção grande é o Farol de Mangue Seco e, esse paredão de areia é o ideal para fazer skibunda. De cima dele a vista é incrível!
As águas do rio são mornas e calmas, principalmente quando a maré está baixa, e bastante limpas, permitindo que se veja o fundo. Perfeito para nadar, sair de caiaque ou de stand up [ah, quando estive lá não havia nenhum lugar para alugar tais aparelhos, então tem que trazer caso queira].
De cima do paredão de areia perto do forte temos essa visão: uma pequena ilhota na frente, o mangue à direita, o encontro do Rio Real com o oceano à esquerda e, na frente, o Rio Real.
O presente do fim do primeiro dia: um belo por do sol, com direito a coração e tudo!
Segundo Dia
No segundo dia tomei um café maravilhoso na pousada e saímos pra conhecer o outro lado rio e as dunas bem de perto. Seguindo à esquerda da vila, há a continuidade do rio que, quando a maré está baixa, propicia um banho refrescante em águas transparentes e calmas.
Toda essa extensão de margem vai longe... mas vale a pena o passeio, principalmente quando o sol está fraquinho. Também dá pra tomar um banho gostoso! As águas são sempre mornas.
Logo atrás do rio, as dunas. Na vila existe o passeio de bugre [R$ 170,00 o carro para até 4 pessoas], mas nós preferimos fazer o passeio a pé. Recomendo que leve sandália [há lugares com vegetação baixa que pode machucar o pé], muita água, proteção para o sol e roupas leves [quando faz muito sol é bastante quente!].
O passeio de bugre percorre uma parte das dunas e faz algumas paradas para fotos. Não sei exatamente quanto tempo dura, mas pode ser uma boa opção de passeio.
Opa! Tá me vendo aí? Pois é, estou no topo do paredão das dunas. A foto foi tirada da ilhota pelo meu bravo Love, que nadou até lá pra fazer fotos incríveis!
Chegar nelas é fácil, pois qualquer lugar atrás da vila há uma pequena trilha de acesso, sempre com ladeiras pequenas ou médias. Lá no meio, uma vista que impressiona: se vê a praia, o rio, a vila, o forte e a ponte que conecta a Bahia com Sergipe. Dá só uma olhada no vídeo pra ver que delícia:
E no fim restou a saudade de um lugar maravilhoso.
Vale a pena visitar!

16 de março de 2015

Meu Look para a Festa Anos 80

Olá Meninas!

Depois de uma semana lendo os posts sobre festa temática Anos 80: Festa Anos 80: look para Girls e Boys e Presentes Inspirados nos Anos 80, chegou a hora de mostrar como a pessoa aqui foi vestida pra festa! Como uma boa performática que sou, tinha que criar um look bem a cara da época, com uma pitada caricaturesca. Voei para o guarda roupas e, com o look da Katy Perry no vídeo Last Friday Night na cabeça, montei o meu. Tenho que confessar: não gastei nada pra montá-lo. Todas essas peças já tinha em meu armário [pense como a pessoa tem coisa... kkkkk].
No meu look tem: saia lápis [Riachuelo], cinto largo [C&A], blusa cropped com manga longa [?], polainas [comprei em Córdoba, Argentina], make azul e batom vermelhão [pra combinar com o exagero da época], peruca de cabelo sintético [Le Biscuit], scarpin Cubista [feito por mim, DIY aqui] maxi anéis [trouxe um da Itália e o outro comprei Marisa], pulseiras de acrílico [?] e maxi brinco [Coruja Acessórios em Morro de São Paulo, Bahia].
No total, foi assim... Tentei harmonizar as cores pra não ficar tão estampado e conseguir um efeito equilibrado dos anos 80.
E o presente também tinha que ter uma cara dos 80. Customizei uma caixa com papel cartão listrado P&B e, na tampa, coloquei uma boneca com um vestido metalizado e com mechas no cabelo, com uma simpática plaquinha "De repente 30!", a idade da aniversariante.
Fica a dica para a embalagem de presente a cara da década. Dentro da caixa, várias lembrancinhas que mesclavam várias épocas. 
E alguns detalhes da festa, super a cara dos anos 80.
As referências estavam bem presente: o cubo mágico, a discoteca, os discos de vinil, as fitas K7...
Ok, ok! Só quero registrar que amei essa noite, foi super legal!

13 de março de 2015

Presentes Inspirados nos Anos 80

Olá meninas!

Depois do post Festa Anos 80: looks para Girls e Boys me empolguei! Festa sugere presente e, festa temática sugere presente temático, concordam? Então fiz uma seleção de itens que perpetuaram gerações desde a década de 80 e ainda vivem entre nós. Quem sabe o anfitrião não gosta de alguns desses? Vamos ao passeio?
Roupas
As roupas são inspiradas na década, mas perpetuaram até hoje. Quem nunca usou uma balonê ou legging?
Sapatos
Os eternos All Star e Melissa não poderiam ficar de fora, mas pense em um luxo esse scarpin! 
Brinquedos
Quem nunca desejou uma Susi ou sofreu pra conseguir reunir todos os lados do cubo mágico [eu nunca consegui!].
Beleza
O super batom vermelho faz o look e o gel coloca o cabelo no lugar. É masculino, mas tá valendo!
Acessórios
Olha que fofos! São presentes lindos!
A eterna gatinha nunca saiu do nosso imaginário infantil e a bolsa emborrachada aguenta qualquer tranco.
Os discos estão voltando com força total e podem ser um ótimo presente. E a academia pode ficar mais estilosa com as polainas, né?
A seleção foi feita baseado em produtos reais lançados na época, mas que podemos encontrar tranquilamente em lojas físicas ou virtuais. No meio delas também tem presentes repaginados e bem mais atuais que fizeram parte da história dos anos 80. Tenho certeza que, com muita criatividade, você vai conseguir encontrar um presente bacana que faça juz à festa.
Preços consultados em lojas virtuais em março de 2015.
Espero que tenham gostado!