27 de janeiro de 2015

Faça a Cabeça com Faixas

O verão é sempre uma ótima estação para inovar, usar coisas diferentes e bem alegres. Eu gosto muito de usar faixas e turbantes no cabelo, mesmo ele sendo curtinho. Na minha opinião, é algo que muda muito sua cara! Eu, como sou meio rata de Internet e vivo pesquisando coisas, dei uma passadinha na página do Facebook da Asos encontrei ótimas sugestões de como usar faixas, lenços e turbantes. Abaixo de cada foto, comentários de como fazer em você o look. Olha só:
Com uma faixa fina você já pode arrasar com este laço.
Aqui, sem segredo: um lenço dobrado como uma faixa, dado um laço para finalizar. Depois, abra as "asas" do laço e deixe as pontas penduradas.
Aqui uma faixa bem simples e curta ou um lenço curto. O que fazer: dar um nó na lateral da cabeça!
E esta, a eterna bandana, dobrada sem preocupação [pra não dizer de qualquer jeito] e amarrada na frente da cabeça.
Com um lenço quadrado, faça uma dobre larga e dê um nó na frente. Esconda as pontas por baixo do lenço e coloque um adereço para esconder o nó. 
Esse é um meio turbante: com um lenço ou um pedaço de tecido [malha, de preferência], dê um nó no centro, depois costure as extremidades e é só arrasar! 
Fazer esse meio turbante também é fácil: com um círculo [pode ser de ferro ou de acrílico - lembra daquelas pulseiras?], envolva as extremidades da faixa ou lenço, e costure, prendendo o círculo na faixa. 
Para fazer este, pegue um lenço ou uma faixa e coloque um pedaço de pano para estreitar um pequeno pedaço.
Para saber mais: Asos é uma loja online britânica que vende produtos multimarcas e da sua própria marca  para homens e mulheres jovens e adultos. É uma grande potência varejista, mas não sei como funciona a entrega no Brasil. Li rapidinho alguns posts em outros blogs e, percebi que tem uma confusãozinha aí. Então, é melhor se informar!

17 de janeiro de 2015

O Hit do Verão: braceletes Cruciani C

Olá Lindonas!

Espero que estejam aproveitando bem o verão. Quero mostrar a vocês os braceletes da Cruciani C. Ano passado ganhei uns 20 de presente que meu namorado trouxe da Itália, mas nem fiz caso, principalmente porque nem conseguia fazer que ficassem no meu braço! Eles sempre caíam porque não fechavam direito. Mas então veio a luz: a Revista Elle Brasil de novembro/2014 trouxe a reportagem Get Lucky! sobre os braceletes e uau! Os hits do verão estavam comigo!
E olha aí meus braceletes e a reportagem da ELLE Brasil de novembro/2014.
Daí fui procurar a marca e já estou apaixonada! Os braceletes são feitos com a técnica macramê à máquina, mas antes passam por um processo de desenho e digitalização bem minucioso. Olha só o vídeo que eles produziram mostrando o processo de fabricação:

Desse processo são gerados os vários tipos de braceletes. O site apresenta 73 modelos para adultos e 11 para crianças, dedicados a datas comemorativas, apoio à organizações como a WWF, à campanhas como da AIDS ou Câncer de Mama e destinados a eventos como Copa do Mundo. Além disso há as formas de flores, frutas, animais, zodíaco, super heróis e outros. Apresento a minha seleção feita feita a partir do site oficial italiano da marca.
Braceletes Mulher Maravilha, Mickey e Batman.
Braceletes mais clássicos. O Quadrifolio, em italiano, [Trevo de Quatro Folhas] foi o primeiro da marca.
Braceletes Chiave e Lucchetto [Chave e Cadeado] são indicados para casais e se vendem juntos. Há também a mistura de correntes com o macramê e a combinação de cores em um mesmo bracelete.   
Braceletes que apoiam causas mundiais como o combate à AIDS, ao câncer de mama e à preservação ambiental.
Bracelete 2014, feito para celebrar a chegada do ano, em homenagem à Dubai e o bracelete para a Copa do Mundo; este para o Brasil.
Braceletes zodíaco: leão, virgem e touro. Tem para todos os 12 signos.
Então, comentei que antes não conseguia nem usar o bracelete por que ele sempre caía do braço. Acredita que, por esses dias, descobri no YouTube vídeos tutorias que ensinam como amarrar a peça? Veja um em espanhol [acho que não tem em português]:
Muitas celebridades usam os braceletes e o próprio site se encarrega de publicar as fotos. Algumas são essas, mas você pode ver todas aqui:
Celebridades que usam Cruciani C. Espero que se possa ver, pois os braceletes acabam parecendo detalhes entre o look.
E essas são as minhas:
Meus presentinhos...
Detalhes importantes:
<< Há o site internacional, o italiano, e os direcionados a cada país. Os preços também são diferentes: no site italiano, o bracelete de menor valor, o Quadrifoglio, custa 5,00 euros; no site internacional, 10,00 euros!

>> O site internacional faz entrega também internacional. Isso quer dizer que se você comprar aqui no Brasil e receber em 30 dias úteis. Ver termos aqui.

<< No Brasil há lojas da Cruciani C no Rio de Janeiro em São Paulo. Os preços variam entre R$ 69,90 e R$ 89,90 mas, sinceramente, achei mais barato comprar do site italiano. A mais básica custa 5,00 euros, hoje R$ 15,00, contra o preço aqui no Brasil.













E vocês gostaram dos braceletes? Comprariam? Usariam?

15 de janeiro de 2015

A Delícia de Trindade, RJ

Deixa eu finalizar a série Paraty, não é? Confesso que foi um dos lugares mais gostosos que visitei desde quando comecei a colocar o Pé na Estrada, quando tinha 18 anos. Fiquei altamente apaixonada por Paraty e tenho certeza que vou retornar. Há muito pra se conhecer! Neste último post conto pra você as delícias de Trindade, um município de Paraty.

In Love com tudo! O lugar é belíssimo!
Chegar lá não é difícil: da rodoviária de Paraty saem ônibus a cada hora com destino a Trindade. Não lembro quanto custa a passagem, mas é menos que R$ 10,00. A viagem dura aproximadamente 2h, regada a muitas paradas. Parece que os coletivos também são esses e as pessoas da região precisam movimentar-se. Mas a paisagem, cheia de belezas naturais, muitas curvas, ladeira acima e ladeira abaixo, não deixa você ficar estressado. Desembarquei logo na Praia do Cepilho, próxima a Trindade.
Praia do Cepilho, lado esquerdo. No dia que fui estava bem movimentada, pois estava acontecendo um campeonato de surf.
Praia do Cepilho, lado direito. Andando por esse lado chega-se à vila de Trindade. 
Mas se quiser, pode seguir viagem no ônibus e descer em Trindade, ok? A vila de Trindade está a poucos passos dali, mas a placa já constatava que era o início do lugar. Até que valeu ter descido ali, porque o visual é bárbaro.
Não resisti e fui fazer pose!
Depois de dar alguns passos, chegamos às barracas de praia. A estrutura é simples, mas dá para ficar bem. Seguindo o caminho atrás das barracas e passando por uma pequena trilha, cheguei à Praia do Meio.

Praia do Meio. É pequena, mas é ótima! Nela ficam alguns vendedores de bebidas, mas não há barracas. É bom levar canga e, se puder, sombreiro e cadeira.
Vista de cima a Praia do Meio é um show!
Para conhecer mais o lugar, percorri a faixa da Praia do Meio pra saber onde levava. Deparei-me com uma placa indicando que a trilha de 400m e de dificuldade média me levaria até a Praia Caixa D'Aço. Vamos lá, desbravar a trilha! Fazer essa trilha foi muito simples, porém exige um pouco de preparo, pois são trilhas de subidas e descidas. 
Descendo... Para a Praia Caixa D'Aço.
Subindo...Trilha para Praia Caixa D'Aço.

Achei bem organizado as placas no início das trilhas que informavam o tamanho do percurso, o nível de dificuldade, o nome do lugar que poderia ser acessado por ela, e algumas informações e cuidados. Parabéns à Prefeitura de Paraty. Então, depois de passar essa trilha, cheguei à Praia Caixa D'Aço.
Praia Caixa D'Aço.
Praia Caixa D'Aço.

Depois da Praia Caixa D'Aço, tem mais uma trilha de 1.300 m de dificuldade média-difícil até a Piscina Natural. Por fim, depois percorrer a faixa de areia e cruzar essa trilha, cheguei à Piscina Natural.
Trilha para a Piscina Natural.
Piscina Natural. Esperava mais, entretanto é esse o resultado. 
Então, me disseram que a piscina era fantástica, águas cristalinas e tals, mas quando cheguei lá não era bem assim: tinha muita, mas muita gente, um churrasquinho que fazia muita fumaça, uma bagunça e nada de belos peixes nem água cristalina. Por favor, não fiquem desestimulados; acho que escolhi um dia ruim pra ir lá, e acredito que na próxima vez vai dar certo!
E pra terminar, um pouquinho da Vila de Trindade, que é bem pequena [acho que só tem 2 ruas], mas é um charme e cheio de lembrancinhas pra turistas!
Vila de Trindade.
Amei esta Kombi que estava em frente à essa loja. Detalhe: olha o manequim na porta da loja! Me amarrei!

Queridos, visitem Trindade! É um lugar encantador!

11 de janeiro de 2015

Paraty, RJ e o Passeio de Escuna!

Vai aí meu segundo post sobre Paraty! Havia comentado no post anterior, A maravilhosa Paraty, RJ, que a cidade oferece opções de montanha/mata e de mar para passear; minha escola foi o mar! Pra isso, fiz um belíssimo passeio de escuna, e conto todos os detalhes pra vocês!
Close na Praia Vermelha na Baía de Paraty.
Em Paraty há várias agências que fazem esse passeio, seja privativo ou coletivo [com outros turistas], e os preços são acessíveis [paguei R$ 50,00]. Minha reserva foi feita pelo dono da pousada que eu estava, mas se preferir, pode ser feita na agência ou então diretamente no porto, com as equipes das embarcações.
Detalhes do passeio: Escuna Netuno III dentro e fora com bar em destaque e cais de Paraty.
Um botezinho assim nos leva da escuna até à areia das praias durante as paradas.
Os barcos, geralmente, são grandes [com capacidade média para 150 pessoas], e equipados com bar, banheiro, cozinha, área com sofás e mesa, além de sistema se som e um guia, que explica todos os pontos importantes que vemos ao longo do passeio. No dia que fui tive muita sorte: só haviam apenas 35 pessoas no barco! [EbaaAaaaaA...!]. Assim, pude aproveitar bem o barco, o passeio e tirar fotos em todos os lugares!
E eu, só fazendo pose!
Saímos as 11h do cais na escuna Netuno III [ótima tripulação!] e o passeio promete 5h entre estar à bordo e desembarcar com um bote para acessar às paradas. Ao longo do caminho são 4 paradas [listei fotos de 3], de 30 a 40 minutos, com parada para mergulho onde se vê muitos peixinhos, e outras para curtir as pequenas praias das ilhas da Baía de Paraty.
Quando saímos ao mar, é essa vista linda que temos! Fiquei apaixonada!
A primeira parada foi na Praia Saco da Velha no Lago Azul, apropriado para mergulho, porque a faixa de praia é muito pequena. Um dos tripulantes jogou pão na água e veio um cardume enorme de peixinhos! Ah, no barco eles te snorkel pra alugar, ok?
Vista da Praia Saco da Velha e os peixinho no Lago Azul. Eles nadam bem pertinho de você!
A segunda parada foi na Ilha Comprida e a terceira parada foi na Praia da Lula.
Panorama da Praia da Lula. Um paraíso...
A quarta e última parada foi na Praia Vermelha.
A tranquilidade da Praia Vermelha.
Todas as praias são praticamente desertas, com uma paisagem paradisíaca, água muito limpa e águas convidativas, apesar de não serem tão quentes como aqui na Bahia. Quase não há construções e, muitas vezes, não há energia elétrica. Esta vem dos painéis solares [para quem tem muito dinheiro] ou por geradores. Detalhe: há também muitas ilhas privadas em que é proibido visitar sem a permissão dos "donos", ok?
Casa em uma das Ilhas privadas. Calma! Elas não são compradas, pelo menos assim que entendi. Aos "donos" é concedido a concessão por alguns anos, às vezes até 100 anos, para que os mesmos preservem o local. É claro que isso não é de graça e tem que ter muito dinheiro pra isso. Se assim fosse, até eu já tinha minha ilha [kkkkkk...]!
Ah, outro detalhe do barco: como o passeio é longo, é sempre bom comer algo. Há venda de almoço na embarcação que variou entre R$ 30,00 e R$ 40,00, além da venda de petisco. Pedi uma moqueca de peixe [R$ 35,00] que não era muito, estava bem temperada, mas o peixe era congelado e, parece que estava assim a muito tempo, porque não tinha sabor. Enfim, consegui saciar bem minha fome.
Amei essa foto na Praia Vermelha. Aliás, todas elas foram meu Love que tirou. Ah, que grande sorte de uma blogueira amadora ter um namorado fotografo amador!
Inclua um passeio de barco na sua viagem à Paraty. Você não vai se arrepender. 

7 de janeiro de 2015

A Maravilhosa Paraty, RJ

A série Rever Rio terminou com 3 episódios [veja em Rever Rio 1Rever Rio 2Rever Rio 3], mas ainda falta Paraty, não é? A dívida é de 2014, mas vale sim pagar agora, pois assim você planeja suas próximas férias!
Meu primeiro dia em Paraty. Não estranhe a calça jeans e o sobretudo. A semana que cheguei ao Rio fazia aquele friozinho e Paraty, por ser dentro da serra, tem uma brisa gostosa... Ah, e aí ao fundo a Igreja Nossa Senhora das Dores - Capelinha, pertinho da casa da Nanda Costa, atriz global. 
O lugar é mais gostoso do que as fotos podem mostrar! Minha identificação ao chegar foi instantânea, mas isso se deu a um motivo: faz muito tempo que queria conhecer Paraty, por que quando assisti ao DVD Multishow ao Vivo de Vanessa da Mata gravado lá, adorei o lugar e, na pesquisa, descobri que era Paraty. Desde aí [isso deve ter uns 5 anos], coloquei na cabeça que tinha que visitar a cidade. Finalmente chegou a minha vez!
Entrada principal do Centro Histórico após a ponte: Rua do Comércio.
Logo depois de deixar as malas na pousada, dei um pulo no Centro Histórico, que é bem servido de lojas, restaurantes, bares, sorveterias, para todos os gostos e bolsos. Não senti falta de nada!
Paraty estava bem badalado. Nessa rua, a Rua da Matriz, ficam barzinho bem bacanas. Acredito que na maior parte do tempo seja assim. É uma delícia! 
A cidade é muito organizada e tudo está voltado para um bom atendimento ao turista. Paraty está dividida em bairros [como a maioria, ou todas as cidades brasileiras], e a mais parte turística, que é o Centro Histórico, é tranquilamente acessada a pé dos bairros mais próximos à zona.
Rua do Comércio no Centro Histórico. Há lojas de todos os tipos e também vendedores de artesanato na rua. Detalhe: olha só as pedras do chão da rua! Muito cuidado ao andar por elas para evitar quedas.
A parte histórica é muito bem cuidada e conserva os traços do Brasil Colônia. O comércio foi implantado nas casas com a fachada conservada [acredito que já está tombado pelo IPHAN], dando a sensação de que caminhamos em uma vila de séculos passados. As ruas são revestidas com grandes pedras, o que dificulta muito o caminhar, mas nada que com atenção não se faça bem. Um aviso: caminhe com sapatos confortáveis como tênis ou sapatilhas. Saltos? Nem pensar!
Espalhadas pelas ruas da cidade ficam essas barraquinhas, melhor, carrinhos ambulantes, cheias de gordices: doces, cocadas, bolos... Confesso que não comi, pois não sou fã de doces, mas via muita gente comprando. Acho que eram boas!
No entorno ao Centro Histórico, a estrutura moderna de uma cidade interiorana que tem tudo. A rede hoteleira também é muito farta e também atende a todos os gostos e bolsos.
Para passear e diverti-se em Paraty, há a opção mar ou a opção montanha/mata com passeios por todos os lados; dá pra fazer mergulho, visitas aos alambiques [ah, é em Paraty que acontece o Festival da Cachaça], caminhadas, trilhas, passeio de escuna... a variedade é grande! Se quiser também, pode visitar a cidade no mês da Feira Literária Internacional de Paraty, a FLIP.
Praça em frente ao Cais de Paraty, onde fica a Igreja de Santa Rita. Há lembranças da colonização por toda parte, como esse canhão.
E o que chamou minha atenção em Paraty foi preço dos produtos: em relação a lugares históricos e turísticos como o Pelourinho em Salvador ou Ouro Preto em Minas Gerais, Paraty tem um preço justo pelo que oferece. Hospedei-me, comprei lembrancinhas e comi a preços incríveis de tão baratos para um lugar altamente turístico!
Praia urbana no bairro Jabaquara em Paraty.
Rio que corta Paraty e do lado direito a Avenida Beira Rio e a ciclovia.
Algumas dicas:
> Paraty fica a 243 km do Rio de Janeiro, então se não for de carro pela Rodovia Rio-Santos [BR-101], dá pra ir de ônibus. O bilhete custou R$ 58,46 [sem taxa de embarque] na empresa Costa Verde. A viagem dura, em média, 4 h e o caminho até lá é lindo. Valem as fotos até pela janela do ônibus!
   
>> Fiquei hospedada na Pousada Casa do Mar no bairro Caborê. Fica a uns 15 minutos do Centro Histórico a pé. Além do serviço muito bem prestado, preço justo, quarto bem organizado e café da manhã maravilhoso, amei o Zé e a Silene, os donos da pousada. Eles são fofos e altamente prestativos. Além disso, se tornaram já meus amigos!

>>> Onde comi? Parece brincadeira, mas todos os dias fui para a Galeria do Engenho na Rua da Lapa, 18, no Centro Histórico. A comida é ótima e bem barata! Imagina pagar R$ 50,00 para um jantar para dois e comer bem? Penso que isso não exista em lugar nenhum que seja turístico. Vale muito, mas muito a pena! Quer saber mais? Dá uma ligadinha, se puder: (24) 3371-2335.
Contemplando as belezas do porto de Paraty.
Coloque Paraty nos seus planos de viagem. Vale a pena. Ah, antes, assiste o DVD de Vanessa da Mata pra ir com o coração preparado!