3 de novembro de 2013

DIY: tirinhas Extras na Sandália

Esta semana ensino mais um DIY que é bem útil e simples, ajudando a resolver um pequeno probleminha: a sandália que não fica presa no pé. É claro, o modelo dela foi feito pra ser usado assim, sem tiras, pois se fosse o contrário, já teria vindo de fábrica com elas! Mas, às vezes acontece que aquela sandália fofa que você achou linda, não facilita seu andar e pode até provocar sua queda. Pois é, aconteceu comigo. Calma! Eu não caí, mas o medo disso acontecer me estimulou a fazer esse DIY. A sandália é essa fofa da Vizzano:

Você vai precisar de: tiras para sandália da mesma cor do calçado; cola de contato; fivelas (esses materiais são encontrados em lojas específicas que vendem artigos para fabricação de calçados); tesoura; alicate de bijuteria para perfuração.


1. Depois de fazer a medição do tamanho da tira para meu pé, fiz um furinho na tira menor com o alicate para perfuração.
2. Encaixei a fivela na tira que acabei de furar.
3. Passei cola de contato em ambos os lados da tira pelo seu avesso.
4. Uni as partes com cola. Pronto! Terminada a primeira tira da sandália para parte externa do pé.


5. Medi a altura em que as tiras iriam ser coladas na sandália e passei cola de contato pelo avesso da tira.
6. Colei as tiras na parte externa da sandália. Fiz a mesma coisa com a outra tira do lado, colando-a na parte interna.
7. Novamente com o alicate de perfuração, fiz os furinhos na tira maior para que pudesse fechar a sandália com ajuda da fivela.
8. E ficou desse jeito:


Logo que tive certeza que a cola de contato estava bem firme, coloquei logo no pé e já notei a diferença: o caminhar ficou muito mais seguro!


Espero que tenha gostado.
Pra mim, esse DIY facilitou a vida =D.

24 de outubro de 2013

1 Ano de Blog!


Nesta linda quinta-feira comemoramos 1 ano do Blog Artesanía Bijuterias por Dalys GómezLembram do nosso primeiro post? Foi sobre a tendência do verão 2013 que era a Estampa de Lenço. Nela eu exibia meu fofo macacão com a estampa e mostrava as peças que casavam nesse look. E só de pensar que o blog começou como uma brincadeira e a vontade de mostrar aos amigos minhas impressões sobre o mundo e minhas eleições de looks, já que eles dizem que sou camaleônica! Obrigado a vocês, queridos amigos, por fazer nascer em meu coração esse sonho.  Agradeço a você esteve conosco em cada momento e acompanhou cada passo que demos. Estamos crescendo passo a passo e aprendendo com você que está sempre conosco.

29 de setembro de 2013

Inhotim, MG Mexe com os Sentidos!

Esta semana voltei a Minas Gerais para conhecer mais um pouquinho dos cantinhos mineiros, uai! Já confessei minha paixão pelo lugar e contei minhas vindas em post aqui no blog: meu Bem vindo Inverno! e Luxo black gold: Ouro Preto, MG. Esta vez fui conhecer um pedacinho do paraíso: Instituto Inhotim em Brumadinho, MG.
Entrada do instituto.
Tem que tirar foto na placa pra dizer que fui lá!
A ideia nasceu com o empresário Bernardo Paz na década de 80 e contou com a idealização original de jardins do super conceituado paisagista Roberto Burle Marx. Daí foi só sucesso! O Inhotim ganhou recebeu o registro de jardim botânico e atraí muitas pessoas para seu espaço. Quem vai ao lugar busca puro contato com a natureza e a aproximação com incríveis obras de arte contemporânea.
Obra Sem título de Edgar de Souza
O Inhotim conta com 23 obras de artistas conhecidos internacionalmente como Cildo Meireles, Tunga, Hélio Oiticica e Paul McCarthy. Em muitas delas você pode interagir e despertar incríveis sensações. A maioria das obras são distribuídas nas 20 galerias espalhadas pela fazenda e não podem ser fotografadas se estiverem dentro das galerias.
Um dos bancos feitos com troncos de árvore espalhados pela área do Inhotim
Algumas galerias são muito interessantes, como a do americano Doug Aitken, conhecida como Pavilhão Sônico, em português. A galeria é uma cúpula de vidro e abaixo dela foram escavados 202 metros e instalados microfones de alta sensibilidade que captam o som da terra. É uma sensação diferente, pois você ouve uns barulhos, como se coisas estivessem se chocando e com intensidade alta e baixa, ou seja, há um momento que o som é bem baixo e, em outros parece um trovão!
Galeria do "Som da Terra"
Outra galeria interessante é a de Cildo Meireles. Há 3 salas, mas duas são incríveis: uma tem uma instalação que reproduz o solo com vários cacos de vidro que você pode caminhar sobre eles e sentir o barulho do vidro ao andar; a outra é uma sala toda vermelha da obra "Desvio para o vermelho", algo a la Casa Cor: tudo no ambiente é vermelho e, na sala ao lado uma garrafa com um líquido vermelho que te leva a uma pia que derrama líquido vermelho pela torneira.
Obra de Cildo Meireles [Foto disponível no site do Inhotim]
Outras obras chamam muito atenção pela sua criatividade como a "Ôle ô Picolê" de Marepe, em que foi feito um painel com embalagens de picolé. Super criativo!
Obra de Marepe. [Foto disponível no site do Inhotim]
Além das obras em um acervo (aqui) bastante rico, Inhotim conta com um jardim botânico com uma variedade enorme de plantas medicinais, aromáticas e tóxicas, bem conhecidas da nossa cultura popular e nossa infância.
Jardim de plantas tóxicas.
Para chegar a Inhotim é necessário pegar um ônibus na rodoviária de Belo Horizonte da empresa (nesta vez R$ 33,00 ida e volta). Compra-se a passagem de ida e volta. No instituto paga-se um ingresso (nesta vez R$ 28,00 inteira) para acesso ao lugar. Há uma estrutura muito boa com lanchonetes e restaurantes, apesar que os preços não sejam tão baratos...
Meu look para Inhotim foi bem confortável, afinal lá se anda muito! Escolhi uma calça boyfriend que dobrei as pernas para fazer uma bermuda, uma camisa de renda, uma sandália rasteira e um turbante. O que chamou atenção foram meus pingentes de chave, os quais receberam elogios e foram fotografados por algumas pessoas que me encontravam pelo caminho.
Look para um dia relax em Inhotim.
Quer saber, vale muito a pena ir. É um lugar encantador, que vai mexer com seus sentidos, aguçar seu senso artístico crítico e fazer você viajar. Quer saber mais? Acesse os links indicados neste post e planeje sua viagem.

11 de setembro de 2013

Colar no Colarinho: charme para Camisas Fechadas

Desde sempre vimos e aprendemos que os maxi colares são usados com blusas que deixassem o colo à mostra. Claro, isso não mudou, mas agora temos outra opção: usar os colares com camisas fechadasCamisas de botão, jerseys, camisas gola alta, baby looks... todas essas peças agora ganham um colar sobre elas pra compôr um look super atual. Para essa composição, vale tudo! Confira a galeria de inspiração e ouse. Quer sair de dia com um colar com pedras e strass? Pode! Não se preocupe, eles estão completamente permitidos. 
[Blogueira Chiara Ferragni]
[Outfit Fanpage Romwe]
Durante o dia ouse nas cores...
[Fanpage Fashion Style]
Se o colar é colorido é melhor casá-lo com camisa branca ou com uma cor clara ou em acorde com as cores do colar. [Vougue.es]
Perceba a harmonia deste look: bolsa, pulseiras e colar em completa harmonia. As peças são bem discretas em relação à cor, favorecendo o destaque das bijus. [Vougue.es] 

À noite não economize na elegância.

[Blog Estação Riachuelo]
[Blog Estação Riachuelo]

# antenada #

  • Os colares são usados sobre as camisas e abaixo do colarinho, caindo sobre o colo.
  • Na composição vale tudo: pode ser um maxi colar bem colorido ou um maxi mais monocromático, mas tem sempre que ser um maxi.
  • Não se preocupe com os materiais, pois todos estão permitidos: strass, pedras naturais, pedraria, miçangas, correntes, contas... vale o que ditar seu estilo.
  • Combine os colares com camisas de tecido ou jeans. O importante é que seu colo esteja escondido embaixo da camisa e o colar abaixo da gola. 
Espero que tenham gostado. Se experimentar, conte-me sua experiência.

4 de setembro de 2013

Lojas Internacionais Valem a Pena!

Escrevo esse post para animá-las: as comprinhas em lojas gringas funcionam! Faz tempo que queria comprar algo nas lojas internacionais e ficava com muitas dúvidas, principalmente sobre a entrega, afinal estaria investindo dinheiro e não saberia se esse investimento seria compensado. Há pouco tempo comecei a arriscar.

Minha primeira compra foi no site de maquiagens italianas Kiko Cosmetics que são incríveis [ao meu ver, podem ser comparadas à Natura ou até são melhores que a marca] e os preços são enlouquecedores: produtos a partir de 1,00 euro!
Infelizmente eles não entregam no Brasil, mas comprei pela loja online na Itália e pedi que entregasse na casa de um amigo que vinha para o Brasil em poucos meses. Tudo ocorreu muito bem. Durante o processo de entrega, eles não conseguiam encontrar a residência do meu amigo, pois coloquei algum dado errado, mas eles então prontamente ligaram para o número de celular dele que havia cadastrado, e conseguiram fazer o contato e a entrega. Os produtos chegaram na casa dele em menos de 15 dias de forma bem organizada, com direito à e-mail de confirmação de compra e de entrega do pedido. Sucesso!
A segunda experiência foi no site da editora italiana Edilingua, pois além de espanhol agora quero aprender italiano! Comprei um livro para estudar o idioma e o processo foi o mesmo com a Kiko: comprei e pedi para entregar na casa do meu amigo. Sucesso total outra vez!
Esta última aventura foi no site da Oasap de roupas e acessórios. A recomendação desse site veio da Vanessa Vasconcelos do Blog Decor e Salto Alto no post Comprando em lojas gringas. Seguindo as recomendações da blogueira, fiz minha primeira compra: um short rendado. A peça fez o maior sucesso no verão europeu 2013 e será a aposta do verão brasileiro 2014.
Desta vez a entrega foi feita a minha casa. A compra foi feita em 07/08 e logo após o último clique, recebi um e-mail de confirmação do pagamento. No outro dia recebi o e-mail de expedição com o número de acompanhamento do pedido pelo site. Hoje, 04/08, recebi em casa meu lindo short entregue pelos Correios!
E-mail que recebi com número de rastreamento e dados da compra. O short foi bem barato!


Embalagem da entrega recebida em minha casa.
O que precisei para comprar? Meu fantástico cartão de crédito internacional e o Google tradutor, afinal tudo estava em inglês!
Meninas, vale a pena. Façam suas compras e contem-me se tudo deu certinho. 

29 de agosto de 2013

"Despeitada" com Muito Orgulho!

"Não tenho nada pra vestir" [diante de um guarda roupas cheio de peças].
"Ai, meu Deus, nem acredito que esse vestido não cabe mais!".
"Bege! De novo! Deste tamanho só tem essa cor?".
"...É, sabia que vocês não teriam nenhum sutiã do meu número".
"É o mesmo biquíni do ano passado. É o único que ainda dá em mim".


Quem já passou [e passa] pelo que passei conhece todas essas frases. Há exato 1 ano, 29 de agosto de 2012, realizei um dos grandes sonhos da minha vida: fazer uma cirurgia de reparação da mama. Pensei muito antes de escrever este post pelo seu caráter particular, mas resolvi adotar a sugestão de uma amiga. Julgo importante contar às mulheres que querem fazer a cirurgia para que se sintam seguras e encorajadas a fazê-la.

Quando vejo na TV ou escuto depoimentos de mulheres que se dizem insatisfeitas com o tamanho de seus seios e insistem que colocar silicone solucionará seus problemas e lhes trará felicidade, recordo-me do drama que me acompanhou por um pouco mais de 10 anos.

Antes de continuar minha história, quero fazer um comentário: há mulheres que, realmente precisam colocar silicone, pois não tem absolutamente nada e, o seio para a mulher é uma parte muito importante em vários aspectos (elemento de conquista, instrumento para amamentação...). Entretanto, há outras que querem aumentar o seio motivadas pela estética e acabam exagerando na dose e colocando muitos eme ele (ml) de silicone e não sabem qual será a consequência para o seu corpo.
Claro, entendo que o corpo é de cada um e o proprietário tem direito de fazer dele o que quiser, mas seria interessante que essas mulheres, antes de colocar silicone, pensassem nos problemas que um seio grande traz: a industria brasileira não tem roupas, peças íntimas nem moda praia para quem tem seio grande e cintura fina.

Meu primeiro sutiã que funcionou perfeitamente em mim e teve um preço acessível, comprei em uma viagem à Itália. A Europa e os Estados Unidos tem uma indústria fantástica e super preparada para atender a todos os tipos de corpos. Sem falar que os preços são excelentes e os tecidos muito apropriados para as peças.    

A decisão

Aos 23 anos. Usava um biquíni em lugar do sutiã.

Meus seios começaram a apresentar um tamanho anormal quando tinha uns 15 anos. Desconfiei pois era (e ainda sou) muito magra e meus seios não eram proporcionais à meu corpo. Aos 16, fui ao cirurgião plástico com minha mãe e ele contou que eu precisava fazer a cirurgia de redução, pois a mama era flácida e muito grande para minha idade. O médico ainda aconselhou minha mãe que esperasse eu completar a maior idade para fazer a cirurgia.

Aos 18 voltei ao médico, mas na época minha família não tinha dinheiro para a operação. Essas idas se repetiram aos 20, 22 e 24 anos, mas em todas essas vezes algo sempre me impedia: ou era o trabalho e os estudos, ou então a falta de grana. Aos 25 anos fui aprovada em um concurso público e tive condições de conciliar meu emprego e pagar a cirurgia com meu próprio dinheiro. Aos 26 resolvi concretizar o sonho, quando já usava nº 50.

Imagino que, se você me conhece de perto, deve estar se perguntando: mas como ela tinha esse peito todo e eu nunca percebi? Eu era a rainha dos disfarces: batas, casaquetos, jaquetas, coletes, blusas pretas, muita estampa... e tudo que ajudava a esconder. Além do mais, usava tops de malhar bem estruturados e, muitas vezes, biquíni em lugar de sutiã, já que este último nunca encontrava no tamanho apropriado. 
Looks antes da cirurgia. Coletes e jaquetas eram as peças mais usadas para disfarçar o tamanho dos seios.

O processo pré operatório


O processo começou com marcações de consultas para alguns cirurgiões plásticos. Conversei com amigos e alguns deles me indicaram profissionais; outros foram encontrados a partir de ligações feitas por mim a clínicas e hospitais a cidade.

Depois de visitar uns 06 profissionais, parei no último, apesar de não ter concretamente nenhuma referência anterior sobre ele. Em nossa conversa, algumas coisas me fizeram decidir por entregar a Dr. Victor Diniz de Pochat meu sonho: segurança em sua fala, um bom currículo e relato de cirurgias realizada anteriormente por ele, entre elas a de mama. Apesar de não ser especialista em mama, as fotos das cirurgias que fez anteriormente mostraram ótimos resultados. Depois de uma longa conversa, saí com o orçamento para pagamento da cirurgia na mão e as requisições para realização de exames.

Operei na capital, pois o preço e as condições de pagamento foram muito favoráveis. Fiz exames de sangue, ultrassom mamária, exames do coração... e um monte de coisas pedidas por ele. Comprei sutiã próprio para a operação e meia de compressão (evita problemas de circulação durante a cirurgia).

Fechei contrato com a clínica e um mês depois da consulta já estava operando. Da consulta até a operação durou quase um mês. Alguns amigos aconselharam-me a não operar em clínica, mas fiz um visita antes ao lugar e senti-me completamente segura em fazer o procedimento lá. Fui bem orientada pelo anestesista sobre as orientações que deveria seguir e os funcionários da clínica foram muito atenciosos.

A cirurgia


Confesso uma coisa: escolhi não conversar com muitas pessoas que já tinham passado pela
mesma cirurgia, pois não queria ficar ansiosa sobre os procedimentos. Foi a melhor coisa que fiz. Minha mãe me acompanhou e o processo foi tranquilo. Acho que durou umas duas horas [talvez um pouco mais, pois não lembro que horas entrei na sala e nem sei que horas saí] e no mesmo dia voltei pra minha cidade. A anestesia foi geral. Depois que passou o efeito, não senti nada no lugar onde ela foi aplicada.

Após o processo estava sentido-me mais leve, ainda que inchada; já usava o sutiã pós cirurgia e a meia de compressão, mas não sentia nenhuma dor. Logo depois da refeição e da verificação do meu estado de saúde, recebi alta. Dr. Victor esteve sempre comigo, foi muito solícito, prestativo e atencioso no momento mais importante na minha vida.

A recuperação


Foto tirada 2 semanas depois da cirurgia quando fui para revisão em Salvador.
Passei quase um mês alternando entre a cama e a cadeira em casa, não por que não pude andar, mas é por que não poderia desempenhar minhas atividades normalmente. Ficar na cama foi a solução encontrada por mim para não "traquinar", como dizemos aqui na Bahia.

As revisões da cirurgia, no início foram semanais, depois ficaram quinzenais e depois mensais, mas até hoje vou ao médico para que ele verifique como está a cirurgia e as cicatrizes.

No processo de pós operatório são muitos cuidados: antibióticos fortes, pomada para os cortes e pontos, curativos, remédios para dor... minha casa se transformou em uma mini farmácia. O apoio da família também foi fundamental: minha irmã que levantava às duas da manhã pra me dar remédio, penteava meu cabelo e me ajudava a vestir roupas; minha mãe que cuidava da comida e das coisas que podia ou não comer, além de dar-me banho; meu pai que me levava de carro ao médico, me ajudava a levantar a cama... agradeço a todos que ficaram ao meu lado; e todos eles que se revezavam para não me deixar sozinha em casa.

Depois de 45 dias voltei à minhas atividades laborais, mas claro com todo o cuidado: sem carregar peso, evitando levar bolsas ou mochilas e sem comer derivados de porco (que amo!!). Lembro que usei óleo de rosa mosqueta na cicatriz do bico do seio, para hidratá-la e, uma fitas de silicone por uns 2 meses nas cicatrizes para que não ficassem salientes. Depois, massagem com creme hidratante para amolecer a seio e torná-lo com a textura mais natural. 

Minha vida agora

Depois da cirurgia. Agora uso tomara que caia, saio sem sutiã, uso blusas baby look...
Um ano depois sinto-me realizada. Logo que pude erguer o corpo (no primeiro mês fiquei curvada por não pode esticar a pele) descobri que em todos esses anos, meus ombros haviam caído e minha coluna entortado um pouco devido ao peso. Agora faço reorientação postural que tem me ajudado muito. Meu guarda roupas também mudou: hoje uso nº 46, tenho sutiã de todas as cores e tipos, e estou montando minha coleção de biquínis. O primeiro que comprei foi este maiô da foto abaixo.   

Meus amigos gostaram muito da mudança. Meu namorado também aprovou.

Espero que tenham gostado. E, se você precisa fazer uma cirurgia dessas, força e coragem. Tudo vai dar certo.

18 de agosto de 2013

Oh! Linda cidade de Olinda, PE

Este post segue na sequência para contar como foram meus dias em Pernambuco. Já contei a vocês aqui As delícias de Recife e agora chegou a vez da linda Olinda.
Ladeira da Misericórdia. Pense em uma ladeira gostosa... subi 3 vezes!
Olinda é quase um bairro de Recife por ser tão próxima da cidade, mas na verdade é um município de Pernambuco. É considerada a irmã mais velha da capital, pois foi ela que "nasceu" primeiro que Recife.
Ladeira da Misericórdia
Casinhas coloridas na Rua Prudente de Moares, Olinda-PE
Segundo contam (ouvi a história em uma visita guiada ao Museu do Mamulengo), o nome "Olinda" originou-se de uma suposta exclamação do fidalgo português Duarte Coelho, primeiro donatário da Capitania de Pernambuco: "Oh, linda situação para se construir uma vila!". Bom, pode até ter sido mesmo, pois linda Olinda é.
Muro com maxi máscaras na Casa do Alemão
A charmosa Olinda foi a segunda cidade brasileira a ganhar o título de Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, em 1982, após Ouro Preto, que também visitei e contei aqui no blogE claro, o título é bem merecido: arquitetura colonial, arte por toda a parte, povo encantador e receptivo, uma tapioca maravilhosa no Alto da Sé e uma vista incrível para a cidade de Recife.
Vista de Recife deste Olinda.
A cidade é inspiradora! O que mais me chamou atenção foram as marcas artísticas contemporâneas deixadas em seus muros, casas, esquinas... mescladas com a arquitetura antiga. Em todo lugar há uma manifestação da livre expressão e criatividade pernambucana. São painéis de grafite nos muros, casas colridas e adornadas com estátuas, quadros, tecidos com estamparias muito originais e, compondo o charme, a famosa chita, tecido altamente colorido que já faz parte do imaginário nordestino.
Árvore com homenzinhos na Ladeira da Misericórdia
Painel descritivo do carnaval de Olinda pintado no muro da Pousada Quatro Cantos
Onde ficar em Olinda? Recomendo dois lugares que conheci de perto: Albergue de Olinda e Casa de Hilton, ambos na Rua do Sol, entradinha de Olinda. Os preços são muito acessíveis e os meninos são encantadores. Vale muito a pena!

Quer saber mais?
Site oficial da Prefeitura de OlindaPortal de Turismo de OlindaWikipédia: Olinda.

6 de agosto de 2013

BoxBijoux com Assinatura Online

Não costumo fazer propagandas no blog, mas essa novidade eu teria de contar. Depois do grande sucesso da GlossyBox [a famosa caixinha com miniaturas de produtos de beleza], descobri na rede a BoxBijoux.
Segundo o site, a BoxBijoux é uma caixa de bijuterias surpresa, na qual você recebe colares, pulseiras, anéis e outras bijus todo o mês. Junto com as bijus vem uma caixinha porta-biju colecionável feita de madeira tipo MDF.
No momento da assinatura você pode optar por três estilos - Moderna, Extravagante ou Casual - e pela cor predominante do material das bijus - douradas, prateadas ou os dois. Os pagamentos podem ser feitos em cartão de crédito, débito bancário ou boleto e, quando olhei o plano custava R$ 54,00. O site disponibiliza um e-mail para contato e links para acesso às redes sociais. O site ainda dispõe do BoxBijoux Blog com dicas super quentes sobre acessórios e bijus. Bom, eu ainda não assinei a minha e até o momento de publicação deste post não conheci ninguém que assinou, mas acredito que seja maravilhoso!

Se você assinou, conte-me sua experiência!
Estou super curiosa pra saber.