16 de janeiro de 2018

Casa de Economia Solidária em Sumé, PB

No dia 16 de dezembro de 2017 foi inaugurada em Sumé, Paraíba, a Casa de Economia Solidária.  O espaço é fruto do Projeto de Ações Integradas para a Economia Solidária na Paraíba formado através de uma parceria entre a Secretaria Nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho do Governo Federal, da Secretaria Executiva de Segurança Alimentar e Economia Solidária, ligada à Secretaria Estadual de Desenvolvimento Humano do Governo da Paraíba, da Prefeitura Municipal de Sumé, do Fórum Estadual de Economia Solidária e da Incubadora de Empreendimentos Solidários da Universidade Federal da Paraíba - UFPB.
Uma das paredes da casa pintada com tinta feita à base de terra. O trabalho foi executado pelos alunos do Núcleo de Arte da UFCG Campus Sumé.
A casa visa disponibilizar um espaço para a promoção do desenvolvimento das atividades de formação e organização de trabalhadores da economia solidária, além da comercialização de produtos artesanais disponibilizados por artesãos de grupos de Sumé e região.
No local podem ser encontrados produtos artesanais da mais alta qualidade: bonecas de pano, artesanato com escamas de peixe, madeira e MDF, bijuterias e renda renascença, além de produtos alimentícios como mel 100% natural, licores, pimentas em conserva, filé de tilápia e de traíra desfiada, doces de frutas regionais, polpas de frutas orgânicas, vassouras de garrafa PET e serviços de costura de roupas.
 A casa é composta por 12 grupos de artesãos oriundos de cidades como Sumé, Monteiro, São João do Tigre e Camalaú, que juntos compõe a Central de Comercialização da Agricultura Familiar e da Economia Solidária - Casa de ECOSOL/ECOPARAÌBA - Cariri Ocidental.
Artesãos e administração da Casa.
A inauguração foi marcada por uma feira livre na Praça José Américo em Sumé e atrações culturais locais como os repentistas Evaldo Severino e Evaldo Filho e a Filarmônica Antônio Josué de Lima.
Evaldo Severino e Evaldo ilho, repentistas sumeenses.
Filarmônica Antônio Josué de Lima.
SERVIÇO
Central de Comercialização da Agricultura Familiar e da Economia Solidária do Cariri Ocidental da Paraíba - ECOPARAÍBA
Endereço: Rua Francisco Badico, s/n, Centro, Sumé - PB (em frente ao Mercado Público)
Horário de funcionamento: segunda à sexta, das 09h às 11:30h e das 14h às 17h.

Conheça os artesãos e seus trabalhos:

14 de dezembro de 2017

"Luz na passarela...": minha experiência como modelo

Look da Villa Luz. Foto: Allyson Matheus

Atuar como modelo sempre foi um sonho mas, com o passar do tempo, achei que esse momento nunca chegaria. Estava totalmente enganada: Monteiro me proporcionou essa experiência incrível!
Foto tirada desde um drone. Estava lotado!
No dia 01 de dezembro aconteceu na cidade a 5ª edição do Monteiro Mostra Moda, um desfile de moda organizado pelos lojistas locais para divulgar a coleção primavera-verão 2018 das multimarcas que eles comercializam. Esse ano o evento reuniu 8 lojas. Para desfilar fui indicada por Allyson Matheus que fotografa para a loja Villa Luz e, como várias lojas precisavam das modelos, desfilei para três delas: Lojas Olindina, Villa Luz e A Mulata.
Final do desfile das Lojas Olindina.
A experiência foi maravilhosa: soube como é o clima e a correria do backstage, o troca-troca rapidíssimo de roupa e a expressão de simpatia na passarela. Confesso que uma situação me deixou muito feliz durante o desfile: a cada vez que entrava na passarela ouvia pessoas gritando, chamando meu nome e aplaudindo a minha atuação. Isso me deixou nas nuvens e muito mais relaxada!
Quero agradecer a todos que gritaram, aplaudiram e torceram por mim de modo muito especial. O entusiasmo de vocês me ajudou e me incentivou muito! Agradeço também a Crismayra Pereira e Silvannia Makeup pela make incrível e às Lojas Olindina, Villa Luz e A Mulata que confiaram a mim a missão de representá-los na passarela. Obrigada!
Confere mais algumas fotos pelas lentes dos talentosos Asley Ravel e Allysson Matheus.
Desfile Lojas Olindina.
Desfile A Mulata.

Desfile Villa Luz.

Rolou no Instagram... Obrigada a Renan Rodrigues, Lorena Caiaffo e Crismayra Pereira pelos stories!

12 de setembro de 2017

Mini tour em Serra Talhada, PE

Aproveitei um evento da Igreja Verbo da Vida em Serra Talhada e fui conhecer a cidade em boa companhia: meu amor Érley Ventura. Infelizmente cheguei no dia do feriado de Nossa Senhora da Penha, padroeira da cidade, e a maioria dos estabelecimentos estava fechado, mas mesmo assim consegui aproveitar algo. Deixo aqui algumas recomendações.
Serra Talhada, Pernambuco.
Onde fiquei. Pousada Lampião, bem próxima ao centro e em frente ao Estádio Municipal Pereirão. O local é simples, porém bem arrumado e limpo. O café da manhã é bem regional - cuscuz, galinha cozida, aimpim ou macaxeira cozida, frutas, bolo, pão, café, leite... - e dá um super reforço
Igreja Nossa Senhora da Penha.
para passar o dia. É equipada com piscinas [adulto e infantil] e sala de jogos. Apenas um ponto negativo: a resistência do quarto em que eu estava queimou e, quando fui falar com a recepcionista, ela disse que não teria outro quarto ou banheiro para que eu pudesse usar, que não teria ninguém que pudesse consertar nesse dia [era sábado], e que a água não era tão fria, assim eu poderia tomar banho frio mesmo [morri com essa última fala!]. No mais, tudo certo!

Onde comi. Aproveitei para experimentar comida chinesa e japonesa no Serra China. O local é bem requisitado e tem uma comida muito boa. O sushi é vendido à peso [R$65,00 kg] e há outros itens no cardápio que podem ser solicitados a la carte. No dia que fui aproveitei a promoção de temaki [2 por R$ 22,00] e valeu super a pena. Outro lugar que gostei muito foi o Restaurante Bodódromo. O local tem tradição em vender derivados de bode e neste dia comi um filé de bode incrível a R$ 31,90 com acompanhamentos que também estavam muito bons!
Foto panorâmica da parte interna da Igreja de Nossa Senhora da Penha.
O que vi. Visitei a Igreja de Nossa Senhora da Penha e a Igreja de Nossa Senhora do
Igreja Nossa Senhora do Rosário. Construção de 1790.
Rosário
, uma igreja com mais de 200 anos construída por escravos que viviam na região. Conheci o Ateliê Parosi de Paulo Rodrigues, um ex bancário e artista plástico autodidata, que trabalha com entalhamento, mosaico com pisos, reciclagem, pintura e um sem fim de coisas. Na cidade há várias intervenções dele e suas obras são muito engenhosas e ousadas. Visitei o Museu do Cangaço, o qual conta a história desse movimento em todo o Nordeste, encabeçado pelo famoso Lampião. Nessa viagem ficaram pendentes a Casa do Artesão e a Casa da Cultura, ambas fechadas durante esse período.
Fachada do ateliê com intervenções feitas pelo próprio artista.
Praça Agamenon Magalhães onde está o Ateliê Parosi e a Igreja de Nossa Senhora do Rosário.
Minhas impressões. Serra é uma cidade do interior que está tomando cara de cidade grande. Como fiquei hospedada próximo ao centro, fui a todos esses lugares a pé e achei muito simples locomover-me na cidade, apesar de umas ladeirinhas bem boas... Não sei se há transporte público, mas há muitos mototaxistas que fazem corrida a R$ 4,00 (preço bom). Há boas opções para comer, mas percebi que não é muito fácil de encontrar comida regional, como bode assado ou cozido. Sábado à tarde tudo fecha então, fazer ou comer algo diferente, só falando com quem vive na cidade. Conversei com poucas pessoas, mas estas se mostraram bem educadas, porém não senti um grande calor humano. De modo geral, valeu a pena conhecer!
Museu do Cangaço.
Representação de elementos usados na vida de cangaceiro.

Objetos e armas do cangaço. Muitas são originais e pertenceram a cangaceiros.
Eu cangaceira moderna. (kkk... acho que não tenho vocação para tal profissão!)